1 de fev de 2009

Judeus Com Cristo - Duplamente eleitos...

Os judeus messiânicos constituem um grupo influente

Eles receberam a fé pela salvação em Jesus Cristo, mas diferentemente da memória dos crentes, não se consideram convertidos, e sim, ‘completados’. Sua herança regiliosa remonta ao início dos tempos bíblicos, mas eles não vivem aferrados às tradições rituais de seus antepassados. E, mesmo que seu povo não considere Cristo como o Salvador, eles têm o coração aberto para o filho de Deus.

São os judeus messiânicos, pessoas que não deixaram de ser o que são por acreditarem que Jesus Cristo – ele mesmo, o Rabi da Galiléia, que viveu, pregou, morreu e ressuscitou na Judéia conforme narram os evangelhos – é o mesmo Messias prometido nas Sagradas Escrituras. Embora ainda não sejam muito numerosos – segundo as estatísticas, eles seriam pelo menos 150 mil no mundo e pelo menos dois mil no Brasil, os judeus messiânicos constituem um grupo influente e que chama a atenção pela maneira como vivem a própria fé.

Pode-se dizer que eles são duplamente eleitos: pertecem à naçao escolhida por Deus para firmar sua aliança com a humanidade e tornaram-se também filhos do Senhor por intermédio de Yeshua - Jesus em hebráico.

Cercada por muita curiosidade, a fé dos judeus messiânicos chama atenção dos outros crentes. A começar por certas particularidades. Embora mantenham comunhão com os irmãos de outras denominações, a maioria deles prefere congregar em comunidades bem singulares, onde paramentos e adereços como o talit, espécie de xalé usado pelos homens, e a menorá - aquele típico candelabro de sete braços - podem ser vistos durantes os cultos.

Numa congregação judaico-messiância, ensina-se os dois testamentos, celebram-se festas judaicas e os cultos, ou celebrações, incluem cânticos em hebráico e português. É o caso da Beit Sar Shalom (Casa do Peincípe da Paz, em SP) a mais antiga do gênero no Brasil, findada há 39 anos por Emmanuel Woods.

O comerciante Zenon Roizen, de 67 anos, gosta de dizer que foi circuncidado duas vezes. 'A primeira foi na carne aos oito dias de nascido, conforme a tradição; a segunda, espiritual, quando fiz minha aliança com Cristo'.

Quando jovem, na Sinagoga, ele sentia-se insastisfeito e sequer entendia o significado das rezas. 'Eu sentia um vazio na alma, diferente de meus parentes', conta. Em 1985, sob orientação de Leonard Meznar passou a aprender a Bíblia, em especial as profecias messiânicas, o que foi determinante para sua conversão.


'Conheci algo que não foi me ensinado nas sinagogas. Descobri que o Messias e Filho de Deus não veio para os religiosos, mas para pecadores como eu. Por isso mesmo considero-me um privilegiado', disse Zenon.

George Arribas

Fonte: Revista Cristianismo Hoje

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2 comentários:

  1. Ainda um trecho do incrível discurso de Sarkozy!

    Por muito tempo a República laica subestimou a importância das aspirações espirituais. Até mesmo depois da restauração das relações diplomáticas entre a França e a Santa Sé, a República mostrou-se mais desconfiada que benévola em relação aos cultos. Cada vez que deu um paso em direção às religiões, seja no reconhecimento das associações diocesanas seja das questões das escolas ou das congregações, deu sempre a impressão de agir simplesmente porque não tinha outro jeito. Somente em 2002 é que aceitou o princípio de um diálogo institucional regular com a Igreja católica. Seja-me permitido recordar igualmente as virulentas críticas de que fui eu mesmo alvo no momento da criação do Conselho francês para o culto muçulmano. Ainda hoje a República mantém as congregações sob uma forma de tutela, recusa reconhecer o caráter de culto à ação caritativa ou aos meios de comunicação das Igrejas, repugna-lhe reconhecer o valor dos diplomas emitidos por instituições superiores católicas (enquanto a Convenção de Bolonha o prevê), não dá nenhum valor aos diplomas de teologia, considera que não deve se interessar pela formação dos ministros do culto.



    Penso que esta situação seja danosa para o nosso País. Certamente, aqueles que não crêem devem ser protegidos de toda forma de intolerância e de proselitismo. Mas um homem que crê é um homem que espera. E o interesse da República é que haja muitos homens e mulheres que nutram esperança. O abandono progressivo das paróquias rurais, o deserto espiritual das periferias, o desaparecimento dos patronatos e a penúria dos sacerdotes não fizeram os franceses mais felizes. Esta é uma evidência!
    BEIJO POETA!

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  2. celia da silva costa28 de junho de 2010 10:29

    gostei muito de saber que existe judeu que crê em Jesus Cristo, gostaria de saber se vocês se reunem em algum local em S.Paulo?Célia.

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